terça-feira, 21 de julho de 2009

PCN - Projeto Colaborativo NFe

Olá pessoal,

Após um tempo sem postar, aqui estou de volta trazendo algumas novidades. Como mensionei em post anterior, estou participando do projeto de implementação da NFe(Nota Fiscal Eletrônica) na empresa onde trabalho e durante um período andei observando, testando várias soluções de NFe existentes no mercado, pois descartei a hipótese de desenvolver toda a solução, em virtude do tempo que levaria para tal e também devido ao nosso cronograma junto ao SEFAZ, que nos obriga a iniciar a emissão de NFe á partir de 01 de setembro de 2009. Hoje se você der uma boa garimpada na net, vai encontrar componentes, aplicativos, DLLs que vão de R$ 500,00 a R$ 10.000,00, com código fonte ou sem, á gosto do freguês, ou seja, soluções diversas, que se integram com quase todos os ERPs.
Bom, até agora não falei nenhuma novidade né?! Vamos lá: Nesse período de testes, em paralelo continuei com minhas googladas, e tive a felicidade de achar um projeto Open Source, onde já havia uma quantidade satisfatória de pessoas trabalhando para desenvolver a tal solução, a qual já vinha me tirando o sono há muito tempo. Não pensei duas vezes, e começei a olhar com muito carinho. Fiz o cadastro no grupo, onde por sinal fui muito bem recebido e começei a participar, apostei na idéia. A primeira coisa que fiz, foi entender o projeto, depois entrei em contatos com algumas pessoas, entre elas o Paulo Casagrande, que é o mentor do projeto. De lá pra cá começamos a trocar figurinhas, baixei os fontes do projeto, começei a ler o código(que está bem detalhado) e em menos de um dia de trabalho já estava com a minha aplicação quase integrada. Dali pra frente começou a atenuação da minha dor de cabeça, pois as coisas começaram a desenrolar. Muitas páginas do manual de integração que a SEFAZ fornece, começaram a fazer sentido, pois o projeto segue a risca cada palavra mensionada ali.
O projeto PCN é um conjunto de classes que contempla toda a parte de geração do arquivo XML de acordo com os schemas definidos pelo SEFAZ, e também faz a validação dos campos. É muito simples de ser usado, pois junto com os fontes, existe uma unit modelo(pcnModelo.pas), explicando como se deve implementar. Em outras palavras, essa unit é um formulário a ser preenchido. Basta olhar com um pouquinho de calma, e fazer o ajuste de acordo com suas necessidades. É simples, fácil e rápido.
Não vou detalhar aqui como usar o projeto, pois a idéia do post é apenas divulgar. Para maiores informações, acesse a página do grupo clicando aqui.


quarta-feira, 22 de abril de 2009

Conectividade Social da Caixa - Solução

Olá, pessoal...

Há dias que vinha enfretando problemas para acessar o conectividade social da caixa aqui na empresa, pois a famosa mensagem "falha ao receber mensagem de trocas de chaves do gatway" começou aparecer do nada, e isso causou um certo transtorno. Em uma das minhas milhares de pesquisas, encontrei um post muito bom, que foi a minha salvação. Graças a ele consegui resolver o problema. Sendo assim, compartilho com vocês, pois tenho certeza que muitos estão passando ou irão passar por isso.
Click aqui e acesse o post.

Até a próxima!

terça-feira, 31 de março de 2009

NFe - Um caminho sem volta

Bom pessoal, como é conhecimento de muitos, o nosso país está dando um grande passo tecnológico, pois desde 2005 inciou-se um projeto denominado Projeto Nota Fiscal Eletrônica (digamos que bastante ousado) para substituir as nostas fiscais modelos 1 e 1A. Esse projeto visa substituir sistematicamente e eletronicamente a atual emissão do documento fiscal, e garantir que esse tenha validade jurídica através de certificação digital. Segundo a SEFAZ(Secretaria da Fazenda), isso irá simplificar as obrigalções acessórias dos contribuintes e ao mesmo tempo permitirá um acompanhamento das operações me tempo real.
Para o SEFAZ, podemos conceituar a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) como sendo um documento de existência exclusivamente digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar uma operação de circulação de mercadorias ou prestação de serviços, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e a Autorização de Uso fornecida pela administração tributária do domicílio do contribuinte. 
Pensando tecnicamente, a idéia do projeto é muito interessante, pois envolvem as mais atuais tecnologias, como xml, webservices e certificação digital, ou como dizem alguns, tecnologias que "estão na moda". Mas como nem tudo são flores, eis que surgem os impecílios. Será que as empresas estão preparadas para isso? pois envolve não só a parte tecnica, como a parte burocrática também, e no nosso país ao meu ver é difícil hoje em dia, a empresa que esteja 100% com suas obrigações tributárias. Não estou generalizando, mas pelo que se vê e se ouve por ai é difícil uma empresa, principalmente as de pequeno porte sobreviver a carga tributária brasileira. Vamos esperar e torcer para que no final dê tudo certo.
Dando continuidade ao post, vou tentar fazer um resumo explicando as operações que envolvem a NFe:
A empresa emissora de NF-e deverá gerar um arquivo eletrônico(em formato xml e seguindo layout definido pela SEFAZ) contendo as informações fiscais da operação comercial, o qual deverá ser assinado digitalmente(através de certificado adquirido junto à Autoridade Certificadora credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil), de maneira a garantir a integridade dos dados e a autoria do emissor. Este arquivo eletrônico, que corresponderá à Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), será então transmitido, pela Internet(utilizando os webservices ou aplicativo da SEFAZ), para a Secretaria de Fazenda Estadual de jurisdição do contribuinte emitente, que fará uma pré-validação do arquivo e devolverá uma Autorização de Uso, sem a qual não poderá haver o trânsito da mercadoria. Após o recebimento da NF-e, a Secretaria de Fazenda Estadual disponibilizará consulta, através Internet, para o destinatário e outros legítimos interessados, que detenham a chave de acesso do documento eletrônico.
Este mesmo arquivo da NF-e será ainda transmitido através da Secretaria de Fazenda Estadual para:
• a Receita Federal, que será repositório nacional de todas as NF-e emitidas;
• no caso de uma operação interestadual, a Secretaria de Fazenda Estadual de destino da operação; e,
• quando aplicável, os Órgãos e Entidades da Administração Pública Federal Direta e Indireta que tenham atribuição legal de regulação, normatização, controle e fiscalização, tais como a SUFRAMA, por exemplo.
Após validado o arquivo, a empresa poderá imprimir uma representação gráfica simplificada da Nota Fiscal Eletrônica, intitulada DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica), em papel comum, em única via, que conterá impressos, em destaque, a chave de acesso e o código de barras linear tomando-se por referência o padrão CODE-128C, para facilitar e agilizar a consulta da NF-e na Internet e a respectiva confirmação de informações pelas unidades fiscais e contribuintes destinatários.
O DANFE não é uma nota fiscal, nem a substitui, servindo apenas como instrumento auxiliar para consulta da NF-e, pois contém a chave de acesso da NF-e, que permite ao detentor desse documento confirmar a efetiva existência da NF-e, através dos sítios das Secretarias de Fazenda Estaduais autorizadoras ou Receita Federal. Apesar disto, no primeiro momento de implantação do projeto, o contribuinte destinatário, não emissor de NF-e, poderá escriturar este documento, sendo que sua validade ficará vinculada à efetiva existência da NF-e com autorização de uso.
Importante lembrar, que para as pequenas empresas que hoje não possuem um sistema ERP ou qualquer meio de emissão automatizada de NF, o SEFAZ disponibiliza um aplicativo que possibilita todas as operações.

Bom pessoal, o intuito desse post é apenas dar uma breve introdução do que teremos pela frente(alguns já estão vivendo essa realidade) e deixar bem claro que a NFe é um caminho sem volta.
Como analista/desenvolvedor da empresa em que trabalho, estou envolvido 100% com esse projeto, pois temos até 01/09/2009 para começar a emissão da NFe. Confesso que isso tem me tirado o sono, mas é apenas mais uma etapa a ser vencida. Caso tenham alguma dúvida, na qual eu possa ser útil, entre contato.

Boa sorte para nós e até a próxima!

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Planejamento Estratégico Pessoal

Olá pessoal...

Estava fazendo as leituras diárias de meus blogs favoritos e achei um post muito legal, onde o autor fala da importância de se fazer um planejamento estratégico de nossa vida.
O interessante, é que ele faz uma analogia da vida com uma ferramenta de gestão de qualidade, mais conhecida como PDCA.
Acesse aqui a integra do post.

Até a próxima!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Relatos do dia-dia

Olá amigos,

Recentemente fiz uma mudança de provedor de internet aqui na empresa e passei por alguns problemas, pois meu acesso estava sendo feito por uma conexão via cabo, ligado em um roteador wireless e utilizando DHCP. Esse mesmo roteador estava ligado ao servidor de internet(também via DHCP), o qual permite o acesso a internet aos usuários da rede interna.
Como as vezes é necessário se fazer acesso remoto para alguma manutenção ou algo do tipo, resolvi mudar para IP fixo, mantendo o mesmo provedor. Aparentemente era só reconfigurar o roteador, colocando o IP, Gateway e DNS, pois do roteador pra frente continuaria a mesma coisa. E foi exatamente o que foi feito. Funcionou por algumas horas e do nada, parou. Foi ai que começou a minha dor de cabeça. A empresa sem acesso, pessoas me cobrando e por ai já dá pra imaginar. O Pior é que eu não sabia o que estava acontecendo(sinceramente até hoje não sei).
A primeira reação foi dar um reset no roteador, o que não resolveu. Horas depois descobri que o acesso via wireless estava ok, eliminando a possibilidade do problema ser o roteador ou a conexão. Tentei mudar o esquema de conexão do roteador com o servidor, passando para IP fixo...nada de sucesso, e o pior, as horas passando e o pessoal esperando. Como meu tempo já estava se esgotando, tive que achar uma solução rápida, pois todas as tentativas(e consultas aos amigos Douglas e Tiago) de fazer funcionar da maneira que estava foram sem sucesso. O que fiz: Liguei o cable modem direto no servidor, configurei o IP, Gateway e DNS(tudo isso alterando apenas umas quatro linhas) e a internet da rede interna voltou a funcionar. Só que o problema não terminava por ai, pois como fiz a ligação direto com servidor, o roteador ficou de fora, e conseqüentemente a rede wireless também. Como resolver: Teoricamente eu teria que ligar a porta wan do roteador ao switch, fixar um endereço IP e setar como gateway o IP do servidor de internet, certo? A resposta seria sim, caso o acesso da minha rede interna não fosse feito via proxy, e como não é o caso, tive que correr atrás de mais algumas informações. Dessa vez, como configurar o roteador em uma rede com proxy. A primeira idéia foi de configurar um proxy no roteador, porém sem sucesso. A segunda e mais coerente idéia, foi de liberar o acesso direto no firewall do servidor, sem passar pelo proxy.
Para isso, precisei apenas acrescentar duas regras(essas regras encontrei depois de uma breve pesquisa no google) no script de firewall do servidor e liberar o acesso direto ao IP do roteador, e com isso meu problemas temporariamente acabaram.
Mais uma vez agradeço a paciência e colaboração dos meus amigos(Douglas e Tiago), pois como já citei em outro post, essa área de servidores/redes não é minha praia.

Até a próxima!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Serviço mensagerio com Openfire

Olá pessoal!

Recentemente, precisei implantar aqui na empresa um serviço mensageiro, para que os funcionários pudessem se comunicar e trocar arquivos com mais facilidade, pois durante um bom tempo vínhamos utilizando o ICQ Corp, mas devido as suas limitações tivemos que partir para uma solução que oferecesse mais recursos.
Começei a busca por um comunicador que fosse bom, atendesse as necessidades, mas que ao mesmo tempo eu não precisasse pagar por ele. Como essa área de redes/servidores não é minha praia, nada melhor do que se conversar com entende né, e foi ai que veio a idéia de consultar meu grande amigo Tiago Bega(Administrador de redes/servidores e viciado em linux...), que foi quem me deu a dica de usar o Openfire.
Para quem não conheçe, o Openfire é um servidor de mensagens similar ao MSN, Google Talk etc. Existem versões para Linux, Windows e Mac, e super fácil de ser configurado, pois dispõe de uma interface gráfica muito amigável, a qual pode ser acessada via browser. Para maiores informações consulte o site.
Aqui na empresa, o Openfire foi instalado em um servidor Debian, e está sendo acessado por estações Windows XP, utilizando-se o Spark 2.5.8, que é um perfeito cliente de mensagens, e também multi-plataforma. Acesse aqui
O Openfire dispõe de uma variedade de plugins, que voçê pode instalar para dar mais funcionalidades ao servidor. Um dos mais interessantes é o Monitoring Service, que permite
monitorar todas as mensagens enviadas entre os usuários e também disponibliza estatísticas do servidor, como última mensagem enviada, último diálogo entre outras informações.
Para quem ainda não conheçe, e precisa de um serviço mensageiro de qualidade na sua intranet, fica ai a dica.
Obs: Não vou entrar em detalhes de como se faz instalação devido a quantidade satisfatótia de posts que se encontra na net, pois varia de acordo com cada sistema operacional.
Para quem utiliza distribuição linux Debian, pode seguir este tutorial, que foi que utilizei. Acesse aqui.
Antes de encerrar o post, quero deixar aqui meu agradecimento ao meu amigo Tiago, que sempre está me ajudando e dando dicas. Valeu Tiago!!!
Se alguém resolver se aventurar, e precisar de uma ajuda, conte comigo!
Até a próxima!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Fábula da Formiga

Olá amigos!
Recebi em meu email essa fábula, que retrata o ambiente de trabalho de muitas empresas...estou compartilhando com vc´s...

Todos os dias, a formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. Era produtiva e feliz. O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora. A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas. O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata, e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata então contratou uma mosca e comprou um computador com impressora colorida. Logo a formiga produtiva e feliz, começou a lamentar-se de toda aquela movimentação de papéis e reuniões que eram feitas. O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial. A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada. A cigarra então convenceu o gerente marimbondo que era preciso fazer um estudo de clima. Mas o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes, e assim contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: "há muita gente nesta empresa". O marimbondo, seguindo o conselho do relatório da coruja, mandou demitir a formiga, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida. Moral da história: Prá que simplificar se dá pra complicar...